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quinta-feira, 11 de abril de 2013

Lolita, Vladimir Nabokov






Sempre ouvi falar sobre Lolita. Um filme, umas tantas músicas, um estilo no universo das garotas de Harajuku. Será que tudo isso tinha o mesmo ponto de origem?!, eu me perguntava.  Decidi ler o livro para sanar minhas dúvidas.
Há quem diga que é doentio. Eu concordo, mas acho que escrever sobre algo tão assombroso com sensibilidade e humor é o que torna esse livro especial.
O livro começa logo com um primeiro capítulo triunfal, parte preferida de muita gente que leu, (não minha) onde eu encontrei uma das frases iniciais mais lidas da minha vida “Lolita, light of my life, fire of my loins” (que só perde para o início de Orgulho e Preconceito). Em seguida, o narrador fala de suas origens e sua infância para assim localizar a questão principal do livro, a pedofilia. Sem mais spoilers, esse é o assunto que gera toda a polêmica em volta da história, que foi recusada por diversas editoras antes de por fim ser publicada em 1955.
Aconselho um pouco de sangue frio pra ler “Lolita” e, por incrível que pareça, bom humor. E neste caso, o bom humor é uma forma deturpada de mau humor. A mesma forma que o narrador usa para contar certas passagens do livro, como no trecho a seguir:

“Teria criado sérias dificuldades para minha Lô, caso eu realmente quisesse colocá-la em dificuldade. Mas quem desejaria perturbar uma menina tão radiosa? Por acaso já mencionei que seu braço nu trazia a marca em oito da vacina? Que a amava perdidamente? Que ela só tinha catorze anos?”   

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Resenha: A Estrela Mais Brilhante do Céu

Bom, hoje eu estou aqui para falar de um quase-lançamento. Na verdade, o livro saiu em dezembro, portanto algumas já devem ter lido, mas pra quem não leu aí vai uma boa dica. Isto é, se você gosta de histórias divertidas/emocionantes/românticas/surpreendentes.
Indo direto ao ponto, o livro é “A Estrela Mais Brilhante do Céu” da irlandesa Marian Keyes (autora de Melancia, Férias! e Sushi). E fala de uma casa georgiana, típica Irlandesa, que foi transformada em quatro flats, um visitante não-identificado tem acesso aos quatro apartamentos, e principalmente, às pessoas que passam por eles. Aos poucos ele vai conhecendo-as, sabendo suas histórias e interferindo em suas vidas.
“Uma história de amor, perda, risada e segredos” a Marie Claire Inglesa falou sobre o livro. E eu assino embaixo! A Marian Keyes escreve de um jeito apaixonante, dá vontade de rir até mesmo nas horas mais impróprias. É uma leitura para quem gosta de ir do choro o riso, simultaneamente se possível!


Este foi o último livro lançado pela autora (tanto aqui como nos outros países), e é considerado, quase que universalmente, o melhor até então. E enquanto espero o lançamento do próximo, fico sugerindo ao maior número de pessoas que consigo: Leiam esse!

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Filme sobre livro de Marian Keyes

Melhor eu começar o post avisando que eu sou meia suspeita para falar sobre a Marian Keyes. Fã enlouquecida, admito!

Mas então, eu estava lendo Further Under the Duvet (um livro dela que infelizmente ainda não foi publicado no Brasil, com artigos e contos, alguns já publicados em revistas e outros inéditos) e descobri que Melancia e É Agora... ou Nunca viraram filmes(!!!!!!!!!)

Fiquei louca e saí procurando, e até hoje, infelizmente, nunca achei Melancia (quem souber alguma coisa pode me dizer?). Mas achei É Agora... ou Nunca e vim aqui compartilhar.
 
Au secours j'ai 30 ans é o nome do filme, é francês e dirigido por Marrie-Anne Chazel. Nas críticas francesas o filme só recebeu duas estrelinhas. Em compensação, na minha crítica pessoal ele receberia todas estrelinhas possíveis. É bem fiel ao livro, na medida do possível, é claro que tem algumas adaptações, como por exemplo, ao invés de Londres a cidade que se passa o filme é Paris. Mas as mudanças não chegaram a alterar a essência do livro e isso foi o que eu mais gostei, além da personagem Kathy (Katherine) que era exatamente como eu imaginava.

Só encontrei o filme em francês mesmo e sem legenda, mas para quem já leu o livro e tem uma noçãozinha do idioma não é dificil de entender. Se eu entendi acredito que qualquer um é capaz... Quem quiser ver o filme é só me falar que eu tento achar o link do download outra vez.

Kathy e Tara

Kathy, Tara e Ian (Fintan, no livro)

Por hoje é só,
Beijos

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Mil anos depois...

Não foi tudo isso, ok, mas a culpa que eu senti foi mais ou menos assim... Afinal, foram quatro meses. Contados! Vou me desafiar a fazer daqui um lugar melhor. Vamos ver se eu vou topar o meu próprio desafio...
Então, o esquema é o seguinte: Comprei um monte de livro na Bienal, e muitos deles são relativamente desconhecidos. Pelo menos para mim, no circuito de resenhas que eu ando lendo, nunca ouvi falar desses livros. E até mesmo no skoob foi difícil encontrar algo sobre (classificação, resenhas etc). Daí pensei, porque não fazer algo sobre eles? Pobres livros excluídos! Talvez alguém, assim como eu, acabe se interessando também.
Optei por não fazer resenha, pelo menos não agora. Decidi fazer em forma de comentário. Sabe aqueles livros que na capa tem um comentário de uma revista ou então de outro autor? Sempre achei impressionante como alguém consegue definir toda uma obra em apenas tão poucas linhas. Aí decidi me desafiar a fazer isso. Estou muito desafiadora, eu acho. Mas vale a pena tentar.
Sendo assim, amanhã eu venho aqui falar sobre um livro que eu adorei e que, além de mim, só três pessoas tem marcado como lido no skoob. Um absurdo? Eu achei!

Portanto... Até amanhã!
Beijos

quarta-feira, 29 de junho de 2011

terça-feira, 28 de junho de 2011

Something Blue

Este é o segundo livro da sequência de Emily Giffin que começou com Something Borrowed (O noivo da minha melhor amiga, que eu falei em um post anterior).
O livro é lindo, tanto por fora como por dentro. Não sou de julgar livro pela capa, mas esse me pegou justamente pela capa. Foi amor a primeira vista, eu nem quis saber qual era a história, só queria ter ele pra mim, nem que fosse de enfeite.
Sorte a minha a história ser tão bonita quanto o livro em si. Ele conta a história de Something Borrowed do ponto de vista de Darcy, a amiga traída, ou melhor, A noiva traída, que é o nome do livro em português.
Bem, já disse que a história é ótima, mas também tenho que dizer que a Darcy não é uma das minhas personagens preferidas e acho que foi exatamente essa a inteção da autora, criar uma personagem imatura, egoísta e prepotente que aos poucos (ou aos muitos) vai mudando.
Mas se ela muda, como ela muda e porque ela muda eu não vou contar, afinal, não quero estragar a leitura de ninguém, haha!
Só aconselho que antes de ler o Something Blue, leia o Something Borrowed, não que não dê pra entender um sem ler o outro, mas acho que algumas partes do primeiro complementam o segundo e ele responde algumas questões em aberto do primeiro.
É isso,
Beijos

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Post propriamente dito: Something Borrowed

Para começar vou falar de um filme que estreou semana retrasada nos cinemas (13/05) e por coincidência é um dos meus livros favoritos.
"O noivo da minha melhor amiga" ou Something Borrowed, para quem prefere a versão não traduzida do título (por exemplo: eu). O filme é baseado no romance homônimo de Emily Giffin, produzido por Hilary Swank (aquela de Ps: Eu te amo) que comprou os direitos do livro e sob a direção de  Luke Greenfield transformou uma história ótima em um filme maravilhoso, de rir chorar e gargalhar.
Giniffer Goodwin (de Ele não está tão afim de você) no papel de Rachel, a tímida melhor amiga de Darcy (Kate Hudson) a noiva extrovertida e um tanto egocentrica que vai se casar com Dexter (Colin Egglesfield). Ou pelo menos pensa que vai casar.



 Não vou contar a história porque sei que não vou conseguir parar até chegar no final. Só o que eu posso dizer é que eu super recomendo e que em termos de comédia romântica há muito que eu não assistia uma tão boa.
E só mais uma dica para quem viu/vai ver e gostou, existe uma continuação. Outro livro em que se conta o que aconteceu com a Darcy, Something Blue, ou em português “A noiva traída”.
Por hoje é só,
Beijos